Estudo inédito revela déficit de carbono bilionário no solo brasileiro
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A avaliação laboratorial confirma a qualidade dos insumos, evita perdas, garante nutrição adequada às lavouras e aumenta a rentabilidade
No campo, cada detalhe pode fazer a diferença entre uma safra de sucesso e um prejuízo amargo. Entre as decisões que impactam diretamente o resultado da lavoura está a escolha e o controle da qualidade dos fertilizantes minerais, conhecidos popularmente como fertilizantes químicos.
O que muitos produtores ainda não percebem é que confiar apenas no rótulo do produto pode representar um grande risco financeiro e agronômico. É nesse ponto que entra a análise laboratorial de fertilizantes, ferramenta essencial para confirmar se a composição do insumo corresponde ao que foi prometido pelo fabricante.
“O produtor que usa um fertilizante confiando apenas no rótulo, mas que não atende as garantias informadas, corre o risco de ter prejuízo econômico direto em sua lavoura”, explica engenheiro agrônomo Igor Castro, responsável técnico pelas análises de solo da Solocria.
O que a análise avalia
De acordo com Vinicius Dáigaro, também engenheiro agrônomo e um dos responsáveis técnicos pelas análises da Solocria, os principais parâmetros avaliados são os macronutrientes: nitrogênio, fósforo e potássio. “Depende da formulação usada. Por exemplo, o MAP exige análise de nitrogênio e fósforo, enquanto o KCl foca apenas no potássio. Além disso, algumas formulações especiais podem incluir microelementos ou enxofre elementar, que também devem ser aferidos”, detalha.
Essa precisão garante que o fertilizante cumpra sua função no manejo da lavoura e evita que o produtor invista em um insumo que pode não entregar a performance esperada.
A ausência de testes laboratoriais é apontada como um dos erros mais comuns no campo. Segundo Dáigaro, muitos produtores não fazem a análise de confirmação, o que abre espaço para prejuízos. “Outro problema recorrente é o armazenamento inadequado, que pode favorecer o empedramento e o acréscimo de umidade no fertilizante”, alerta.
Além disso, o excesso de confiança em compras de grandes quantidades pode se transformar em dor de cabeça. “O ideal é comprar apenas a quantidade necessária para o uso imediato, reduzindo riscos de perda de qualidade durante o armazenamento”, acrescenta.
Os ganhos para quem investe em análises regulares de fertilizantes vão além da segurança. Segundo Igor Castro, a prática ajuda a construir uma relação confiável entre o produtor e o fornecedor. “Quando os resultados confirmam que os fertilizantes estão dentro das garantias, o produtor passa a ter mais segurança na compra e evita desperdícios, comprando exatamente as quantidades necessárias para sua lavoura”, reforça.
O ideal, segundo o especialista, é realizar a análise sempre que um novo lote for adquirido. Assim, o produtor garante que os insumos estejam de acordo com a recomendação técnica de adubação, evita perdas de produtividade e aproveita melhor o investimento em fertilização.
Embora os produtores ainda recorram pouco a esse tipo de análise, o serviço é bastante demandado por indústrias formuladoras e empresas importadoras. Isso porque o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) exige rigor no controle da qualidade das formulações e matérias-primas que chegam ao Brasil.
No entanto, os especialistas alertam que essa prática deveria ser mais comum também nas propriedades rurais. Afinal, é o agricultor quem sofre diretamente os impactos da má qualidade dos insumos aplicados no solo.
A análise de fertilizantes minerais é uma aliada poderosa para reduzir riscos, garantir eficiência e promover a sustentabilidade no campo. Além dos fertilizantes químicos, a Solocria Laboratório Agropecuário também realiza análises de fertilizantes orgânicos e organominerais, oferecendo suporte técnico completo para produtores e empresas do setor.
Se você deseja mais segurança e produtividade em sua lavoura, entre em contato com a equipe da Solocria e conheça como as análises podem contribuir para resultados consistentes e rentáveis.
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